Philips Brasil faz recall de lâmpadas que dão choque no consumidor

foto
A Philips Brasil está realizando um recall de 1.320 lâmpadas defeituosas fabricadas entre janeiro e dezembro de 2012, informou nesta terça-feira (19) o site do MJ (Ministério da Justiça).
Segundo o órgão, a empresa informou que a falha nas lâmpadas Philips LED GU10 8-50W pode resultar em “fuga da corrente elétrica”, com chance de “choques elétricos” em quem entrar em contato com elas, ocasionando lesões físicas.

O recall foi realizado pela Philips do Brasil junto a Senacon/MJ (Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça), na última quinta-feira (14), e abrange 1.320 unidades do Lote GU10.


A Philips informou em nota que as lâmpadas danificadas podem ser identificadas pelos códigos de produto 9290002136

e 9290002137, localizado na parte inferior do produto.  Os consumidores que adquiriram este modelo de lâmpada com os códigos indicados devem ligar para o número 0800 979 1925, de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, e aos sábados, das 8h às 12h, para obter informações sobre os procedimentos. A ligação é gratuita.


O que diz a lei 


O Código de Defesa do Consumidor, em seu artigo 10, estabelece que: “O fornecedor não poderá colocar no mercado de consumo produto ou serviço que sabe ou deveria saber apresentar alto grau de nocividade ou periculosidade à saúde ou segurança. O fornecedor de produtos e serviços que, posteriormente à sua introdução no mercado de consumo, tiver conhecimento da periculosidade que apresentem, deverá comunicar o fato imediatamente às autoridades competentes e aos consumidores, mediante anúncios publicitários”.


Os consumidores que já passaram por algum acidente causado pelo defeito apontado poderão solicitar, por meio do Judiciário, reparação por danos morais e patrimoniais, eventualmente sofridos.


Caso o consumidor encontre dificuldade em efetuar a troca poderá procurar a Fundação Procon-SP em um dos seguintes endereços na cidade de São Paulo, que funcionam de segunda à sexta-feira, das 7h às 19h, e aos sábados, das 7h às 13h; e nos postos dos Poupatempo (telefone 0800-772-3633), sujeito a agendamento no local.


Endereços: Sé (Praça do Carmo, S/N, Centro); Santo Amaro (Rua Amador Bueno, 176/258); Itaquera (Av. do Contorno, S/N).


Nos postos dos Centros de Integração da Cidadania (CIC) Norte, Leste, Oeste, São Luiz, Imigrantes e Feitiço da Vila, de segunda à quinta-feira, das 9h às 15h. No CIC Imigrantes o atendimento é às segundas, das 9h às 15h.


No caso problemas com compras feitas pela internet, a reclamação pode ser registrada diretamente no site do Procon-SP, onde o consumidor pode ter orientação sobre qualquer outro problema de consumo.

http://www.correiodoestado.com.br/noticias/philips-brasil-faz-recall-de-lampadas-que-dao-choque-no-cons_177338/

Unilever recolhe AdeS de maçã contaminado com produto de limpeza

Unilever recolhe AdeS de maçã contaminado com produto de limpeza
SÃO PAULO – Um lote de AdeS deverá ser recolhido por estar impróprio para consumo pois contém produto de limpeza e pode causar queimaduras em caso de ingestão. As embalagens de AdeS Maçã foram distribuídas nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná.
Uma falha no processo de higienização causou o envase da bebida junto com solução para limpeza. De acordo com a Unilever, o problema na área de fabricação já foi detectado e resolvido.
Parte dos produtos foi recolhido ainda na fábrica e o restante será removido dos pontos de venda. Consumidores que já compraram bebida devem entrar em contato com a empresa através do SAC pelo número 0800 707 0044, das 8h às 20h, ou por sac at ades.com.br.
A Unilever do Brasil publicou um comunicado nesta quinta-feira, 14, para informar sobre recall da bebida sabor maçã na embalagem de 1,5 litro (lote

AGB 25, fabricado em 23/02/2013 e válido até 22/12/2013).

Veja na íntegra o comunicado da Unilever Brasil:
“A Unilever Brasil, fabricante do produto AdeS, informa que detectou um problema de qualidade em cerca de 96 unidades do produto AdeS Maçã 1,5l – lote com as iniciais AGB 25, fabricado em 25/02/2013, com validade até 22/12/2013 – que estão inapropriadas para consumo.
Os produtos do lote acima mencionado foram distribuídos nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná.
Nessas unidades, foi identificada uma alteração no seu conteúdo decorrente de uma falha no processo de higienização, que resultou no envase de embalagens com solução de limpeza. O consumo do produto nessas condições pode causar queimadura.
A falha identificada já foi solucionada, os produtos existentes na empresa foram retidos e os ainda presentes nos pontos de venda já estão sendo recolhidos.
A empresa solicita que os consumidores verifiquem o produto já adquirido e, caso se trate do lote mencionado, não o consumam e entrem em contato gratuitamente pelo SAC no 0800 707 0044, das 8h às 20h, ou sac@ades.com.br.
Os produtos AdeS não correspondentes a esse lote encontram-se em perfeitas condições para consumo.
O processo que envolve este recall não apresentará qualquer custo ao consumidor.
A Unilever reforça seu compromisso com o consumidor e os rigorosos controles de qualidade.
Unilever Brasil”

http://estadao.br.msn.com/ultimas-noticias/unilever-recolhe-ades-de-ma%C3%A7%C3%A3-contaminado-com-produto-de-limpeza

Companhia aérea é condenada por tratamento inadequado a passageira

             
A Juíza de Direito Substituta da 11ª Vara Cível de Brasília condenou a Tam Linhas Aéreas S/A ao pagamento da importância de R$ 10 mil, a título de danos morais, devido a tratamento inadequado dado a consumidora pelos funcionários da companhia.

Conta a passageira que adquiriu passagens aéreas para o trecho Brasília-Recife, mas na data da viagem foi surpreendida com a informação de que seu voo estava lotado e que teria que pegar outro avião para chegar ao seu destino. Contou que embora destino inicial fosse direto para Recife, a única opção dada pela TAM em razão do incidente foi um voo para São Paulo e posteriormente outro para Recife. Alegou que o funcionário do balcão lhe concedeu sem custo um upgrade para a classe executiva da aeronave, mas ao entrar no avião foi impedida de viajar na poltrona demarcada sob a alegação de que não teria pagado pelo serviço.

Asseverou que a comissária de bordo lhe tratou de maneira descortês ao requerer que se retirasse da classe executiva, pois “elevou o tom de voz para que todos os demais passageiros ouvissem”. Confessou que se recusou a sair da poltrona, tendo a comissária requerido a presença do comandante da aeronave que de maneira rude ordenou “que a passageira retornasse à classe turística”. Inconformada com o tratamento recebido, a passageira afirmou que informou aos funcionários da empresa aérea que realizaria uma ligação para uma repórter, momento em que o comandante teria dado um puxão em seu braço e retirado o aparelho celular de suas mãos com o emprego de força. Acrescentou que a ação violenta do comandante resultou em uma lesão em seu rosto, posteriormente constatada pelo Exame de Corpo de Delito realizado. Narrou que após o tumulto a Polícia Federal foi chamada para resolver a situação tendo o comandante obrigado a passageira a pedir desculpas à comissária de bordo e a se sentar em uma poltrona da classe comum, sob ameaça de não decolar o avião. Alegou que após quase 40 minutos de espera e em respeito aos outros passageiros, ela pediu desculpas na frente de cerca de 200 pessoas desconhecidas, com um corte no rosto, humilhada, coagida e desgastada pelo choro.

A TAM confessou a ocorrência do overbooking no voo adquirido pela passageira, mas rechaçou qualquer situação de agressão. Asseverou realidade diversa daquela afirmada, sustentando que a passageira “transparecia muito nervosismo, chegando a coçar-se a arranhar-se com as próprias unhas”. Assegurou que foi a própria demandante que se alterou e agrediu a comissária de bordo, sendo que qualquer dano eventualmente causado decorreu de culpa exclusiva da consumidora. Por fim, requereu a improcedência total dos pedidos.

A juíza afirmou em sua sentença que “ restou devidamente demonstrado que a falta de lugar no avião que originariamente levaria a autora até Recife ocasionou um atraso de aproximadamente seis horas em sua programação. Não há dúvida sobre a real existência da confusão envolvendo a autora e os prepostos da TAM. Além disso, conforme já destacado, os documentos acostados aos autos trazem indícios de que a consumidora tinha razão ao exigir viajar na poltrona indicada em seu cartão de embarque (poltrona 2B – classe executiva). Por todo o exposto, seja pelo atraso causado pelo overbooking, seja pelo tratamento inadequado conferido à consumidora pelos prepostos da companhia aérea/Ré, está devidamente evidenciada a falha na prestação dos serviços prestados, sendo a reparação pelos danos eventualmente causados medida que se impõe. Assim, observando que o valor da condenação por danos morais deve ser arbitrado levando-se em conta a capacidade patrimonial das partes, a extensão do dano experimentado pela vítima e o grau de culpa da Ré para a ocorrência do evento, não podendo a condenação ensejar enriquecimento ilícito ou ser ínfima, julgo razoável a quantia de R$ 10 mil”.


http://www.endividado.com.br/noticia_ler-35220,.html