Família processa dono de buffet que sumiu antes de festa de casamento

Família teve que pagar o dobro para realizar festa de casamento em Araraquara (Foto: Reprodução/EPTV)

Uma família de Araraquara (SP) entrou na Justiça para reaver o valor pago ao dono de um buffet que desapareceu uma semana antes de uma festa de casamento. Para que a comemoração fosse realizada, os pais da noiva ainda tiveram desembolsar o dobro do valor. A mãe da noiva registrou a queixa no Procon e agora o caso está no Juizado de Pequenas Causas. A primeira audiência está marcada para abril.

A atendente de telemarketing Vanessa Rodrigues se casou no dia 12 de janeiro, mas a organização da festa começou no final do ano passado. Mãe e filha fecharam contrato de R$ 798 com a empresa para um serviço de buffet completo para 150 pessoas, decoração do salão, aluguel de mesa e talheres.“Não desconfiei do valor. Como o dono disse que era pacote bronze, achei que estava com um bom preço porque era o mais simples que a gente queria”, disse a mãe da noiva, Rosana Teodoro, que contratou o serviço por meio de redes sociais.
O pagamento foi feito com três cheques de R$ 266. Faltando uma semana para a festa, o organizador do buffet sumiu com o dinheiro da entrada e depositou um cheque na véspera e o outro no dia do casamento.

Mesmo com o imprevisto, a festa ocorreu como os noivos esperavam, mas os pais tiveram que desembolsar o dobro do valor que estimavam. “A gente viu que foi de má fé. A gente quer que ele veja que não foi fácil passar por isso e a gente não quer que outras pessoas passem”, disse Vanessa.

O dono do buffet não foi encontrado para comentar o assunto.

Orientações
O Procon orienta aos consumidores atenção redobrada antes de assinar contratos para evitar prejuízos. Outra recomendação é pesquisar a empresa na internet para saber se existe alguma reclamação sobre os serviços prestados, disse o diretor do Procon de São Carlos (SP), Joner José Nery. “Existem diversos sites para pesquisa. O consumidor digita o nome da empresa. Se houver alguma reclamação, vai constar lá”, explicou.

Em relação a contratos, Nery ressaltou que ele jamais devem ser assinados em caso de dúvidas. Para isso, basta levar uma cópia ao Procon para receber orientações. “Nós orientamos o contratante sobre cláusulas que entendemos ser abusivas. O contrato geralmente é feito para serviços que serão executados a longo prazo, como formaturas e casamentos. Agora a nota fiscal é sempre importante ter, ela é fornecida no momento do pagamento”, explicou.

O Procon de São Carlos oferece dicas e prevenções para os consumidores também por meio da página nas redes socias. Outra opção é consultar o Serasa. O serviço é pago e custa R$ 29,90.



http://www.endividado.com.br/noticia_ler-35110,.html

Saiba quais são os serviços bancários que não podem ser cobrados

Nestes últimos anos, não bastassem os juros bancários exorbitantes, os bancos descobriram o quanto poderiam faturar com a cobrança dos famosos “serviços bancários”.

É tarifa que não acaba mais, para todo e qualquer tipo de serviço, desde tirar extrato até usar o cartão. E as tarifas e seus valores aumentam mês após mês.

Mas há serviços que não podem ser cobrados, ou seja, estão isentos de tarifação.

Um destes serviços é o da conta-salário, sobre a qual não pode ser cobrada
nenhuma tarifa pela sua movimentação normal.

Mas a Resolução 2747/00 do Banco Central do Brasil traz ainda os seguintes serviços que também estão isentos:

1. Fornecimento de cartão magnético ou, alternativamente, a critério do correntista, de um talonário de cheques com, pelo menos, dez folhas, por mês;

2. Substituição do cartão magnético, que não é obrigatória se for por pedido de reposição do próprio correntista nos casos de perda, roubo, danificação e outros motivos que não forem da responsabilidade do banco;

3. Expedição de documentos destinados à liberação de garantias de qualquer natureza, inclusive por parte de administradoras de consórcio (exemplo: documentos para liberação de financiamento de veículo);

4. Devolução de cheques pelo Serviço de Compensação de Cheques e Outros Papéis (SCCOP), exceto por insuficiência de fundos, hipótese em que a cobrança somente poderá recair sobre o emitente do cheque;

5. Manutenção de contas de depósitos de poupança (com exceção daquelas que o saldo seja igual ou inferior a R$ 20,00 (vinte reais) ou que não apresentem registros de depósitos ou saques, pelo período de seis meses),

6. As contas à ordem do poder judiciário, e de depósitos em consignação de pagamento de que trata a Lei nº 8.951, de 13 de dezembro de 1994 (consignação extrajudicial). 





http://www.endividado.com.br/noticia_ler-17188,Saiba-quais-sao-os-servicos-bancarios-que-nao-podem-ser-cobrados.html