Companhia aérea passa a cobrar passagem de acordo com o peso do passageiro e da bagagem

A Samoa Air é a primeira empresa aérea do mundo a adotar o sistema “pague quanto você pesa”, de acordo com informações do jornal australiano The Sydney Morning Herald. 

A partir de agora, ao invés de pagar por um assento, os passageiros são cobrados por um preço fixo por quilo, tanto do passageiro quanto da sua bagagem, que varia dependendo da duração do trajeto: US$ 1 por quilo na rota mais curta e cerca de US$ 4,16 por quilo para viagens mais longas, como entre as ilhas de Samoa e Samoa americana. 

Pelo novo sistema, os passageiros devem informar o seu peso e o da sua bagagem ao reservar uma passagem pela internet. Os passageiros serão pesados na área de embarque do aeroporto para provar que não estavam mentindo na hora da compra. 

O executivo-chefe da Samoa Air, Chris Lagnton, disse a uma rádio que essa será a maneira de viajar no futuro, por ser mais justa, já que não há uma taxa extra para excessos de bagagens, por exemplo. Além disso, o executivo afirmou que a atitude fará com que as famílias com crianças pequenas economizem nas viagens. Segundo o executivo, a atitude pode estimular a conscientização sobre a saúde e a obesidade, já que Samoa possui altos índices de doenças relacionadas ao excesso de gordura. 

Ainda de acordo com a publicação, algumas companhias aéreas obrigam os passageiros obesos que não cabem em um único assento a pagar por dois lugares, mas essa é a primeira vez que uma cobrança por quilo é usada por uma empresa aérea.


http://www.endividado.com.br/noticia_ler-35466,.html

Companhia Aérea deve pagar R$ 13,5 mil a estudante que teve bagagem extraviada durante voo

            
A TAM Linhas Aéreas S/A deve pagar indenização de R$ 13.570,00 para o estudante C.V.J., que teve mala extraviada durante viagem à Argentina. A decisão, proferida nesta quarta-feira (27/02), é da 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE).


Consta nos autos que, em julho de 2007, C.V.J. embarcou em voo da TAM para a Argentina com a família. Ao desembarcar, foi informado de que a bagagem havia sido extraviada.


Por conta disso, teve de comprar roupas e produtos de higiene pessoal, o que causou grande constrangimento. Ele afirmou que a companhia aérea em nenhum momento ofereceu apoio.


Por esse motivo, C.V.J., representado pelo pai, ajuizou ação na Justiça requerendo reparação por danos morais e materiais. Alegou que, dez dias depois de retornar da viagem, a mala ainda não havia sido localizada.


Em julho de 2011, o juiz Benedito Helder Afonso Ibiapina, da 16ª Vara Cível de Fortaleza, condenou a companhia aérea a pagar R$ 23.570,00 em indenização pelos danos sofridos.


Objetivando a reforma da sentença, a TAM apelou (nº 0094081-52.2007.8.06.0001) no TJCE. Sustentou que o estudante não comprovou os danos alegados. Defendeu também não ser qualquer insatisfação que gera o dano moral e requereu a improcedência da ação.


Ao relatar o processo, o desembargador Carlos Alberto Mendes Forte, citou jurisprudências do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e destacou que o entendimento “é pacífico no que permite à culminação da responsabilidade civil das companhias aéreas em decorrências da má prestação de serviços”.


O magistrado, no entanto, votou pela redução da condenação para atender os princípios da proporcionalidade e da razoabilidade, no caso concreto. Com esse entendimento, a 5ª Câmara Cível deu parcial provimento ao recurso e fixou a indenização em R$ 13.570,00.

http://www.endividado.com.br/noticia_ler-35167,.html

Companhias aéreas deverão indenizar casal que teve bagagem extraviada

Os impetrantes ajuizaram ação requerendo reparação moral e material, afirmando que sua viagem foi comprometida pelo constrangimento sofrido e pela necessidade de novas compras no exterior.
A TAP Air Portugal e a TAM Linhas Aéreas foram condenadas a indenizar em R$ 12.048,40, por danos morais e materiais, um casal que teve bagagem extraviada durante viagem à Espanha. A matéria foi analisada pelo juiz Carlos Alberto Sá da Silveira, titular da 6ª Vara Cível da Comarca de Fortaleza.
Consta nos autos que, em 21 de agosto de 2008, os passageiros pegaram voo de Fortaleza para Madri, com conexões em Recife (PE) e em Lisboa, Portugal. Ao desembarcarem no seu destino, constataram que uma de suas malas havia

sido extraviada. Os autores ajuizaram ação requerendo reparação moral e material, afirmando que a viagem foi comprometida devido ao constrangimento sofrido e à necessidade de novas compras no exterior.

Na contestação, a TAM alegou que não deveria ser responsabilizada, uma vez que o extravio ocorreu em um trecho operado pela TAP. Entretanto, sustentou que os documentos apresentados pelos clientes estão em língua estrangeira, sem a devida tradução. As empresas defenderam, ainda, que os danos não foram comprovados.
Ao analisar o caso, o magistrado condenou as acusadas ao pagamento de R$ 12.048,40 por danos morais e materiais. De acordo com ele, os dados juntados ao processo comprovaram o extravio. O julgador explicou, ainda, que não é necessária a tradução dos documentos em língua inglesa para comprovar o ocorrido.


http://jornal-ordem-rs.jusbrasil.com.br/noticias/100325987/companhias-aereas-deverao-indenizar-casal-que-teve-bagagem-extraviada